


Almodóvar, como sempre, não me decepcionou com Abraços Partidos. Grande fotografia + pequenas e brilhantes soluções de roteiro que fazem toda a diferença. E Penélope Cruz, musa do diretor, sempre linda e em um dos seus melhores momentos como atriz.
Mais alguém reparou na semelhança entre o nome escolhido para a tradução brasileira e o, também excelente, O Abraço Partido (El Abrazo Partido), filme argentino de 2004? Feio, feio…


Nesse final de ano a gente acaba sendo convidado para uma infinidade de festinhas e nunca é legal chegar num evento de mãos abanando. O problema é que, muitas vezes, não conhecemos muito bem os anfitriões e assim fica super difícil encontrar uma lembrancinha bacana, que agrade a todos os gostos.

Acho incrível essas pessoas que criam objetos tão simples e tão geniais ao mesmo tempo. Algo do tipo: “como ninguém pensou nisso antes?“.
