Cacharel Amor Amor L’eau Flamingo

Cacharel Amor Amor L'eau Flamingo

Mais uma fragrância de Cacharel para a gente se apaixonar: o novo Amor Amor L’eau Flamingo, uma edição limitada do perfume clássico que a gente ama (mais sobre o Cacharel Amor Amor nesse link).

A nova fragrância foi inspirada na silhueta esguia, graça natural e cor irresistível do flamingo. De acordo com a marca, ele é a perfeita representação da primavera e o símbolo ideal do perfume, cuja campanha é sempre focada em viver o primeiro amor todos os dias. Lindo demais isso. 

Cacharel Amor Amor L'eau Flamingo

A embalagem do perfume é bem alegre: um caleidoscópio de flamingos, plumas, flores e folhas, bem jovem e vibrante. Mas o frasco é uma delicadeza só. Num tom bem clarinho e degradê de rosa, fica lindo para usar como decoração também, se adaptando a vários estilos ~ do mais romântico ao mais moderno. A família olfativa do Amor Amor L’eau Flamingo é floral com:

notas de saída
cassis/groselha preta, Coca-Cola (what?) e toranja

notas de coração
rosa, magnólia e jasmim

notas de fundo
âmbar, almíscar e baunilha

Cacharel Amor Amor L'eau Flamingo

Para mim, o Amor Amor clássico tem uma pegada mais quente e sensual (e até mais noturna), enquanto essa nova versão é mais fresca e com cheirinho de fruta e flor. Uma fragrância bem primaveril mesmo, gostosa para usar de dia ou de noite. O preço sugerido para o frasco de 50 ml é de R$309,00 ~ mas é bom ficar ligado nas promoções online. Na Sephora, por exemplo, ele estava sendo vendido com um descontão bacana

E vocês, já experimentaram o novo Amor Amor L’eau Flamingo?

∴ info ∴
Cacharel website.
Amor Amor instagram.

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Stacked | Malte Brandenburg

Malte Brandenburg | Stacked

Stacked é uma série de fotografias do Malte Brandenburg, em que ele registra conjuntos habitacionais construídos em Berlim após a Segunda Guerra Mundial. Inicialmente, os prédios forneciam uma habitação moderna e acessível para muitas famílias de classe média. Com o passar dos anos e a migração da classe média para outros locais, os moradores foram gradualmente sendo substituídos por famílias com problemas financeiros e sociais.

Nos últimos anos várias iniciativas tentaram contornar os efeitos negativos dessas unidades habitacionais, entre elas, a pintura de parte dos prédios, antes extremamente cinzas (e quase) sombrios.

∴ info ∴
Malte Brandenburg website & instagram.

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Os quatro últimos… filmes

Mini-resenhas dos filmes: Dupla Explosiva e O Jantar | Não Me Mande Flores

Dupla Explosiva (The Hitman’s Bodyguard, dir. Patrick Hughes, 2017)

Um guarda-costas de elite descobre que o seu novo cliente é um assassino de aluguel, com quem ele costumava se estranhar no passado. Os dois têm apenas algumas horas para viajar de Londres para Amsterdam, enquanto são perseguidos por agentes de um ditador do Leste Europeu. Um típico filme de ação, mas com uma pegada de humor forte, imagino que para contrabalancear o roteiro bem previsível. Acho que é pedir demais do expectador acreditar num Samuel L. Jackson septuagenário saltando de um prédio com um tiro na perna (e outras peripécias). Mas talvez seja EU que esteja exigindo coerência demais desse tipo de filme. A maior decepção, no entanto, foi um Gary Oldman SUPER mal aproveitado, com pouquíssimas cenas relevantes. Uma pena. Veja o trailer.

O Jantar (The Dinner, dir. Oren Moverman, 2017)

Dois casais se reúnem para jantar e discutir sobre o futuro de seus dois filhos adolescentes, que cometeram um ato terrível. Ou: como estragar uma história inteligente e fora-da-caixinha com um roteiro moralista e americanoide. O filme é baseado no livro de mesmo nome do Herman Koch, cuja adaptação holandesa para o cinema é infinitamente superior, conseguindo captar o clima subversivo e sarcástico da história e dos personagens. Essa versão americana é excessivamente – e lamentavelmente – focada na violência e na demonização da doença mental (e parece que o Koch também odiou essa adaptação). Alguém me explica toda aquela palhaçada desnecessária sobre Gettysburg? Surreal. Mini-resenha do livro (que é ótimo) aqui. Veja o trailer.

Mini-resenhas dos filmes: Rifle e Lady Macbeth | Não Me Mande Flores

Rifle (dir. Davi Pretto, 2016)

Dione é um jovem que mora numa região rural e remota no sul do Brasil. Quando um fazendeiro rico tenta comprar a propriedade que ele vive, Dione decide permanecer no campo e defender o seu território. O filme carrega a tensão (e a violência) do seu tema central: o confronto entre pequenos proprietários rurais e o capitalismo expansionista, que os força a perseguir uma vida urbana indesejada e massacrante. Os personagens são interpretados por moradores reais da região de Vacaíqua, um pequeno povoado com menos de 30 casas, perto da fronteira com o Uruguai. No filme, Dione representa a resistência e o embate contra o agronegócio, numa narrativa repleta de silêncios e angústias. Fiquei bem impressionada. Veja o trailer.

Lady Macbeth (dir. William Oldroyd, 2016)

Katherine vive sufocada em um casamento de conveniência, sem amor e sem liberdade. É só depois que ela inicia um relacionamento extra-conjugal com um jovem que trabalha para o seu marido que ela descobre uma força dentro de si, um desejo de rebelião que vai mudar a vida de todos ao seu redor, com consequências desastrosas. Um filme pesado e sombrio, ambientado na Inglaterra rural do século 19, um mundo dominado por homens e particularmente terrível para as mulheres. À primeira vista a história parece centrada na questão de gênero, mas à medida que a trama avança percebemos que ela é (também) sobre classe e sobre poder. Destaque para a performance hipnotizante da protagonista Florence Pugh e para a fotografia belíssima (a quase-ausência de trilha-sonora também é positivamente impactante). Livremente baseado no romance russo do Século 19 Lady Macbeth of Mtsensk, de Nikolai Leskov. Mais para thriller de suspense do que para drama de época. Veja o trailer.

Qual foi o último filme incrível que você assistiu?
Deixe a sua dica nos comentários. :)

 
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Tropical Art – Mood Board | Iódice

Iódice Tropical Art | Verão 17-18

Alguns favoritos do Verão 17-18 da Iódice. Gostei especialmente dos tecidos leves, muito crepe, seda, rayon, linho e malhas fresquinhas, bem a cara da estação. Na cartela de cores, o clássico preto e branco sempre muito elegante e algumas variações bem bonitas de nude. Destaque também para os recortes e amarrações ~ tô achando que esse vai ser o verão do pareô!

Aqui no Rio a Iódice tem uma loja no Shopping Rio Design Barra.
Confira a loja mais próxima de você por aqui.

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Iódice website & instagram.

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Instafave: oanabefort

Instafave: @oanabefort | Perfil com aquarelas botânicas, arte folk e nostagia da infância

A Oana é uma artista gráfica romena, que compartilha as suas ilustrações lindas ~ e também um pouquinho do seu método de trabalho ~ no instagram. Feed imperdível para quem curte aquarelas botânicas e outras inspirações igualmente encantadoras como arte folk e nostalgia da infância.

Sigam: @oanabefort

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