Zara TRF FW 15.16

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Willow Hand, Jing Wen e Dani Witt fotografadas por Matteo Montanari para a campanha da Zara TRF FW 15.16. #sayyourname

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Zara website & instagram.
Matteo Montanari website & instagram.

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Coza Stoneware

Coza Stoneware

Recebi por esses dias algumas imagens da linha Stoneware da Coza e fiquei encantada com a pegada minimalista e com a inspiração escandinava das peças. A coleção, que leva o nome da sua matéria-prima, é composta por sete peças – canecas, pratos pequenos e grandes, travessas e bowls – disponíveis nas cores concreto, off-white, rosa, azul e verde Stone. 

Pra quem ainda não ligou o nome à pessoa, a Coza é uma marca de utilidades domésticas que pertence ao grupo Brinox, conhecida por trabalhar especialmente com utilidades plásticas. Curiosamente, o material utilizado nessa coleção não é plástico e sim uma espécie de porcelana (que, inclusive, pode ir ao microondas e à lava-louças). 

Coza Stoneware

O que eu achei bacana dessa coleção ~ além dela ser linda ~ é que as peças podem ser utilizadas em diversas funções e com composições diferentes. A travessa, por exemplo, pode ser usada também como uma bandejinha e o bowl pode até sair do universo da cozinha e ser usado como porta-bijuterias e outras miudezas. 

Estou super curiosa para ver a coleção de perto! Atualmente ela pode ser encontrada no site da Coza e nas lojas Camicado

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Coza website & fan page

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Shantell Martin

Shantell Martin Shantell MartinShantell MartinShantell Martin Shantell Martin

Acho que eu posso estar um pouco obcecada pelo trabalho da maravilhosa Shantell Martin. Vem aqui desenhar nas minhas paredes Shantell!!! ♥

Assistam também esse vídeo do New Yorker, onde ela fala sobre seu processo criativo.

E leiam essa entrevista da artista no New York Times, onde ela conta como preencheu as paredes do seu apartamento no Brooklyn com seus desenhos.

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Shantell Martin website, tumblr & shop.

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Cafeína – 15 anos de amor ao Rio

Cafeína - 15 anos de amor ao Rio

Se você é aqui do Rio de Janeiro, já deve conhecer a rede de cafeterias Cafeína, uma das primeiras a consolidar a cultura do café da manhã (e dos lanchinhos gostosos) fora de casa. Além do café da manhã, a casa oferece uma variedade de pratos, sopinhas, chás e bolos, entre outras gostosuras. Como não amar?

Para comemorar o seu aniversário (o primeiro café nasceu em agosto de 2000, em Copacabana) o Cafeína lançou o Brunch 15 anos e eu fui conhecer essa maravilha na semana passada, a convite da casa. Olha só quantas delícias:

Cafeína - Brunch 15-anos Cafeína - Brunch 15-anos Cafeína - Brunch 15-anos Cafeína - Brunch 15-anos Cafeína - Brunch 15-anos

O Brunch 15 anos reúne alguns dos clássicos da casa, repaginados. Ele é servido com: minibaguete, waffle tradicional sem glúten, ovos mexidos simples, torrada Petrópolis 8 grãos, bolo de banana sem glúten, porção de manteiga e geléia, suco de laranja e cappuccino grande de caramelo. Ele serve SUPER bem duas pessoas e sai a R$50,00.

Gostaria de deixar aqui MIL estrelinhas para esse bolo de banana sem glúten ~ que é, sem exagero, ma-ra-vi-lho-so. Queria levar um bolo inteirinho para casa, para comer no café da manhã, no café da tarde, de noite… Uma loucura de bom!

Além de sair feliz e com a barriguinha cheia, quem experimenta o Brunch 15 anos ganha uma ecobag linda e exclusiva. Mas tem que correr porque essa promoção só vai até setembro!

Cafeína - Brunch 15 anos

Tá rolando também um Menu de Tapiocas, todas a R$12,90 e agora com novos sabores, como Brigadeiro com Amêndoas, Margherita e Nutella com Banana, entre outros. Eu não experimentei (ainda!), mas fica a dica para quem visitar a casa nos próximos dias!

Vocês já conheciam o Cafeína?
Onde vocês tomam AQUELE café da manhã ou brunch-delícia?

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Cafeína website & fan page

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Os quatro últimos… livros

Os quatro últimos livros: A Estetização do Mundo + Escuridão Total Sem Estrelas

1. A Estetização do Mundo – Viver na Era do Capitalismo Artista, por Gilles Lipovetsky & Jean Serroy – tradução de Eduardo Brandão
título original: L’Esthétisation du monde: Vivre à l’âge du capitalisme artiste • Companhia das Letras

Ensaio brilhante que esmiuça o nosso momento atual, em que a arte e o prazer estético estão cada vez mais enraizados nos nossos hábitos de consumo. Não somos mais compradores, e sim “colecionadores de experiências”. Jardineiros se tornam paisagistas, cabeleireiros se tornam hair designers, e por aí vai… É triste constatar esse processo de mercantilização da vida e confesso que fiquei um pouco deprimida lendo o livro. Leitura triste e genial ao mesmo tempo. Eu dei uma empacada nos primeiros capítulos ~ achei um pouco acadêmico demais ~ mas, passada essa primeira parte, a leitura fluiu com mais leveza. A foto da capa é do italiano Alex Majoli para a Latinstock (tão apropriado!). 

2. Escuridão Total Sem Estrelas, por Stephen King – tradução de Viviane Diniz
título original: Full Dark, No Stars • Suma de Letras

Stephen King, porque tão maravilhoso? O livro reúne quatro histórias brutais, com algo em comum: em todas elas os personagens passam por momentos de escuridão total, sem uma luz para guiá-los ou tirá-los do lado sombrio da ganância, da vingança e do autoengano. A narrativa é super forte, típica do autor, e você não vai conseguir largar o livro até descobrir o que acontece no final de cada uma das histórias. Eu leio antes de dormir e confesso que ficava morrendo de medo de ter pesadelos toda noite (o que não aconteceu, ainda bem). A Suma de Letras fez um trabalho incrível nessa edição, que tem a lateral das folhas toda preta ~ acho que para combinar com o clima dark das histórias. Sensacional!

Os quatro últimos livros: Cidades de Papel + Estação Onze

3. Cidades de Papel – Edição Especial, por John Green – tradução de Juliana Romeiro
título original: Paper Towns • Intrínseca

Meu primeiro livro do John Green ~ e não é que eu achei super gracinha? Não sou muito fã dessa literatura mais teen, mas curti essa história de um garoto apaixonado, que parte em busca de um grande amor, e acaba encontrando algo mais importante no meio do caminho. Green tem essa capacidade de falar a linguagem dos adolescentes, de maneira natural, sem abrir mão das referências literárias, filosóficas e intelectuais (pouco associadas a esse universo teen). O livro é leve e engraçado, os personagens secundários são deliciosos. Fiquei curiosa para ler mais livros do autor ~ e já estou com o Quem é Você, Alasca? por aqui. Vocês viram o filme?

4. Estação Onze, por Emily St. John Mandel – tradução de Rubens Figueiredo
título original: Station Eleven • Intrínseca

Uma epidemia de gripe se espalha pela superfície da Terra, eliminando 99% da população mundial. Vinte anos depois, um grupo de atores e músicos vaga pelos assentamentos de sobreviventes apresentando peças de Shakespeare e números musicais ~ porque “sobreviver não é suficiente“. Que livro interessante gente! Um romance que vai além do que esperamos ler sobre crise e sobrevivência pós-apocalipse, uma história que fala sobre amizade, comunidade, memória… Alternando passagens do mundo antes e depois da pandemia, é impressionante como as histórias se cruzam e acabam unindo de forma mágica os destinos dos personagens centrais da trama. Não consegui parar de ler. Recomendo DEMAIS. A capa linda é uma fotografia do Michael Turek.

Vocês perceberam que eu aumentei o número de últimas leituras para 4? Estou num ritmo muito bom de leitura por aqui e acabo ficando com muita coisa bacana para indicar de uma vez só… Mudança aprovada? (estou pensando em fazer a mesma coisa para os posts de filmes também, vamos ver…)

Confira outros títulos na Bibliolove – a biblioteca virtual do blog!

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